Dólar a R$2,26 e volta de enxurrada de valores estrangeiros deveria infleunciar o COPOM de amanhã

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    Senhores, os índices econômicos fechados de 2013, amplamente favoráveis e acima das expectativas de mercado, a grande volta de investimenteos estrangeiros para os países emergentes e para o Brasil, como avaliado no fim do primeiro bimestre de 2014, a recente grande queda do dólar que agora está em R$2,26, o que evidentemente pressiona a inflação para baixo, são múltiplos indicativos de que o BACEN não deveria aumentar nada amanhã a taxa de juros básica. Quando muito, e contrartiamente ao entendimento do Blog Perspectiva Crítica, seria admissível o máximo de aumento de 0,25%.

    Veja novos informes econômicos e a queda do dólar de mais de R$2,40 para R$2,26 em http://oglobo.globo.com/economia/bolsa-devolve-ganhos-de-marco-cai-dolar-recua-vale-226-12052495

    Esperamos que o COPOM, como já aconteceu em período recente, consiga se imbuir de espítrito público e veja corretamente os indicativos econômicos, inclusive a previsão de baixo crescimento da economia para 2014 de analistas de mercado, para que não subam os juros mais do que já está. Isso prejudica a dívida pública, isso prejudica a criação de empregos, isso prejudica o crescimento econômico e isso gera remuneração aos investidores em valores totalmente absurdos e incongruentes com o real risco da economia brasileira em comparação com todos os países europeus (menos nórdicos), EUA e Japão.

    Não adianta dizer que o Brasil perdeu rating, o que foi bem mais antecipado do que os analista imaginaram. Não adianta prolongar o argumento de contabilidade criativa. Não adianta falar de descontrole fiscal, que não há. Nem adianta dizer que se a geração de empregos em janeiro e fevereiro foram recordes, sendo neste útimo mês contabilizado mais de 216 mil postos criados, significa que haverá crescimento e haverá inflação… os fatos favoráveis são muito maiores.

    Nem mesmo o amento da inflação de janeiro para fevereiro, de 0,59% para 0,62%, é justificativa, eis que em início de ano sempre, sempre há um pique inflacionário por causa de reajustes de contratos de setores como educação e transportes, além de ter ocorrido aumento de combustíveis e de luz elétrica, represados durante o ano passado. Além disso essa aumentod e inflação no primeiro bimestre foi uma inflação muito menor do que a que ocorreu ano passado, em que janeiro começou com 0,86% e mesmo assim o índice ficou em 5,97% no fim do ano de 2013!

    A safra foi recorde e está aumentando a produção de petróleo que será 50% maior do que ano passado no fim desse ano (de 1,9 bilhão de barris diários em fim de 2013 para 2,9 bilhões de barris diários em fim de 2014 com as nove plataformas a mais em atividade de produção). A Bolsa reage. Investidores voltam aos mercados emergentes e ao Brasil. O fluxo de IED (investimento estrangeiro direto) ainda está próximo de 60 bilhões de dólares para o ano de 2014!! E os dados econômicos são ótimos.

    Esperamos que o Copom não aumente a taxa básica de juros amanhã e diminua o prejuízo que já vem proporcionando há um ano à economia brasileria, ao crescimetno econômico e à produção de empregos a brasileiros.  

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