Desmorona o factóride midiático do racionamento de energia elétrica

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    As chuvas torrenciais em janeiro de 2013 por todo o país estão tirando o sono da oposição e da mídia de mercado. Infelizmente (para eles) o factóide de “racionamento de energia elétrica” que plantaram não será confirmado.

    Dilma, antes das chuvas, no início do corrente ano, ao ser perguntada sobre risco de racionamento ela respondeu diretamente: “Falar de racionamento é ridículo.” Por que é ridículo? Simplesmente, senhores, porque o apagão da era FHC foi devido à inexistência de linhas de transmissão e de reserva de usinas térmicas, ambos elementos existentes no sistema de produção e distribuição de energia elétrica no Brasil!!

    É uma irresponsabilidade. É uma falta sobre o que escrever. E é mais um argumento para tentar bater no governo antes de o ano começar a mostrar índices econômicos melhores do que os de 2012, o que fortalecerá eventual tentativa de re-eleição do PT.

    A esperança da oposição e da mídia estava em continuar a seca do regime de chuvas, mas parece que isso acabou. Sobrará apontarem para a menor queda de taxas de energia elétrica, anunciadas pelo governo em 20%, já que o uso de usinas térmicas até junho obrigarão a repasse de custo maior da produção desta energia, o que poderá anular a diminuição de 20% que o governo tenta implementar. Mas se não implementasse, a energia subiria de preço e prejudicaria a tentativa de retomada de crescimento, não é mesmo?

    Eu vejo várias falhas nesse governo, mas muito menos do que nos anteriores de FHC. Vejo mais planejamento. Vejo mais atenção com a diminuição da desigualdade social. Vejo mais criatividade para solucionar problemas econômicos e vejo compromisso com o enriquecimento da população.

    Fico triste de constatar que a aliança mídia-oposição ainda existe e cria distorções informativas para a população brasileira. Só nos resta acompanhar a desinformação, denunciá-la e demonstrar quando a realiadde dos fatos se mostra irretorquível e insofismável.

    O factóide do “racionamento de energia” acabou.

    p.s.: é importante também denunciar os verdes xiitas e o apoio dado pela mídia a movimentos que impedem a construção de usinas hidrelétricas pelo País, impedindo que mais energia entre no sistema, obrigando ao uso de energia mais suja e encarecendo a energia elétrica brasileira, a produção e o consumo residencial. É bonito ficar do lado dos indiozinhos, loevantar arco e tal, mas os planos de construção já foram mudados mil vezes, projetos diminuíram impacto ambiental e mesmo assim há resistência simplesmente porque os verdes não querem que se mexa na natureza. Ora, algum impacto a necessidade de energia para girar investimentos e produção econômica brasileria terá na natureza. Ou se escolhe impacto para construir hidrelétrica, ou se escolhe impacto no ar, e na saúde, com construção de térmicas a óleo, térmicas a carvão e mais usinas nucleares. O que não pode é querer energia barata, deixar intocáveis florestas, proteger a cultura indígena que quer pescar no rio que será prejudicado pela construção de usina, querer cresciemtno econômico, baixa da inflação, criação de emprego e melhora de qualidade de vida para a população, tudo ao mesmo tempo. COntamos com que a mídia possa denunciar falhas de projetos de construção de usinas hidrelétricas, mas que isso não importe em impedir a realização da exploração do potencial da energia hidrelétrica do País, porque isso sim seria um grande prejuízo à inflação, à economia, à natureza e à saúde da população brasileira.

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